Autonomia primeiro
A usuária decide quando iniciar o acompanhamento, quem faz parte da rede e como responder às checagens.
Ampara O projeto
O Ampara pesquisa como a tecnologia pode apoiar mulheres durante seus deslocamentos sem substituir sua percepção, suas escolhas ou os serviços de emergência.
Princípios
A usuária decide quando iniciar o acompanhamento, quem faz parte da rede e como responder às checagens.
Explicamos o que o protótipo oferece hoje, de onde vêm os dados e quais são seus limites.
Recursos de localização e sensores são tratados como apoio experimental, não como garantia de segurança.
Limites do protótipo
O Ampara está em desenvolvimento e ainda passa por testes. As funções podem variar conforme aparelho, conexão, permissões e disponibilidade dos dados.
Privacidade
O protótipo utiliza dados de conta, localização durante o acompanhamento, contatos escolhidos e informações dos recursos que você ativa. Parte dos dados é armazenada no Supabase para viabilizar testes e funcionamento do app.
Antes de qualquer lançamento público, a equipe precisa publicar uma Política de Privacidade completa, esclarecer os prazos de retenção e disponibilizar um canal formal para solicitações sobre dados pessoais.
O Ampara não substitui serviços de emergência.
Polícia Militar · 190Central da Mulher · 180Perguntas frequentes
O Ampara está em desenvolvimento acadêmico e ainda não tem data de publicação nas lojas. Acompanhe novidades no Instagram @amparainfo.
Não. O app funciona sem relógio. Com um smartwatch compatível conectado, o protótipo pode incluir batimentos cardíacos e movimento do pulso no cálculo experimental do score. Sem o relógio, o cálculo considera menos sinais. A disponibilidade depende do dispositivo e das permissões.
A base do protótipo cobre São Paulo, Guarulhos, Osasco, Barueri, Santo André, São Bernardo do Campo, São Caetano do Sul, Diadema e Mauá.
O comportamento pode variar por aparelho. No protótipo atual, o acompanhamento automático pode exigir que o app permaneça aberto.